sexta-feira, 4 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Devolutivas do Programa de Educação Ambiental /CA - Eletronuclear
No último dia 26 de outubro a Eletronuclear convidou a todos para dar continuidade ao processo de implantação do Programa Educação Ambiental (Eletronuclear) referente à condicionante ambiental 2.60 da Licença Prévia nº 279/2008 emitida pelo IBAMA/MMA, hoje denominado PEA/CA.
Praticamente dois anos após o término das oficinas realizadas em 2009, pelo IBAM, Instituição contratada pela Eletronuclear para mediar o processo de construção coletiva do referido Programa, as discussões foram retomadas exatamente do ponto onde parou, “na criação e implantação de um organismo de controle social inicialmente denominado Conselho”.
Havia um impasse na validação do processo de construção do PEA/CA decorrente da estrutura de gestão apresentada pelo IBAM que considerava a possibilidade do Programa acontecer sem a criação do “Conselho”, assim previamente denominado, com a justificativa de que se a sociedade se organizasse em criá-lo, este faria parte do processo de gestão/ implantação do Programa, caso contrário o programa seria implantado e gerido pele Eletronuclear. Diante deste quadro, os participantes das oficinas que representavam os três municípios da área de abrangência do PEA/CA, Paraty, Angra dos Reis e Rio Claro, aprovaram o trabalho desenvolvido durante as oficinas com a condição de que o referido “Conselho” fosse de fato criado e implantado pela Eletronuclear, pois do contrário não o validariam.
Apesar de haver poucos participantes que acompanharam o processo de construção coletiva do PEA/CA da Eletronuclear, o Evento contou com diversas instituições, dentre elas o IBAMA, que justificou a morosidade da instituição em analisar a proposta do PEA apresentada pela Eletronuclerar e esta por sua vez, esclareceu que dentre as 60 condicionantes colocadas pelo IBAMA, condicionante ambiental 2.60 não foi eleita como uma das prioridades, justificando o atraso de dois anos para dar início ao processo de implantação da mesma.
O evento finalizou com a boa noticia de que o mecanismo de controle “Conselho”, proposto pelos participantes do processo de construção coletiva do PEA em 2009, foi aceito pelo IBAMA, não somente por se tratar de uma demanda apontada pelos participantes deste processo, mas especialmente por se tratar de uma das diretrizes apontadas pela condicionante 2.60: f) Prever mecanismos de controle social no que tange à avaliação do processo de execução e de seus resultados. O superintendente de Licenciamento Ambiental da Eletronuclear Sr. Ronaldo expressou também a vontade da Eletronuclear em atender a essa demanda, ficando a cargo da Eletronuclear a condução do processo de retomada das discussões acerca da implantação do PEA/CA e criação do referido “Conselho”.
As oficinas na parte da tarde foram traduzidas num exercício entre os participantes do evento para colher informações acerca do que se imagina para a criação deste mecanismo de controle social previamente denominado “Conselho”.
Aguardamos então o desdobrar deste trabalho na esperança de que a região de Paraty, Angra dos Reis e Rio Claro finalmente desenvolva de mãos dadas com a Eletronuclear projetos de Educação Ambiental de forma inovadora, integrada e participativa, consolidando parcerias e ações de fundamental importância para o desenvolvimento sustentável da região.
Por Grazzielle Zacaro
Eng. Florestal
Diretora de Meio Ambiente
Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente - SEDUMA
Prefeitura Municipal de Paraty
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
APA Municipal da Baía de Paraty será contemplada com recurso da FAO
De acordo com a última reunião do Projeto Gestão Integrada da Baía da Ilha Grande desenvolvido pelo Instituto Estadual do Ambiente - INEA/SEA, realizada no último dia 23 de setembro na ESEC Tamoios, a elaboração do Plano de Manejo da APA Municipal da Baía de Paraty, Paraty-Mirim e Mamanguá, criada desde 1984, será um dos projetos a serem contemplados pelos recursos da FAO. Em agosto deste ano, a SEDUMA encaminhou proposta de Termo de Referência para contratação de consultoria para elaboração do referido Plano de Gestão ao Chefe de Serviço do Gerenciamento Costeiro - GERCO do INEA, Sr. Ricardo Voivodic e vem aguardando retorno quanto ao processo de contratação desta consultoria.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Prêmio da ONU pela Compensação de Carbono em Paraty
Vejam que bacana !!!
Aluno da UNICAMP/LEPC ganha prêmio da ONU pelo Projeto de Pesquisa sobre Compensação de Carbono desenvolvido em Paraty em parceria com SEDUMA/PMP.
Aluno da UNICAMP/LEPC ganha prêmio da ONU pelo Projeto de Pesquisa sobre Compensação de Carbono desenvolvido em Paraty em parceria com SEDUMA/PMP.
O estudante da Unicamp Thierry Marcondes (Foto: Divulgação)
Os demais jovens vencedores do prêmio ambiental da ONU
(Foto: Érica Dezonne/AAN)
(Foto: Érica Dezonne/AAN)
O estudante de engenharia elétrica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Thierry Marcondes, de 24 anos, foi um dos oito vencedores brasileiros do Programa Jovens Embaixadores Ambientais, realizado pela Bayer em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). O estudante deu início ao projeto Carbono Compensado, que complementa a ação de reflorestamento conhecida como Arborização da Rodovia Rio-Santos, em Paraty, no Litoral do Rio de Janeiro. A premiação oficial foi ontem, na capital paulista, e em outubro o jovem embarca para a Alemanha, onde vai concorrer ao prêmio de Embaixador Ambiental Mundial.
Marcondes deu início ao projeto em fevereiro de 2010, na cidade de Paraty, onde é oferecida a disciplina de Educação Ambiental do Instituto de Biologia da Unicamp, coordenada pelo professor Carlos Fernando Salgueirosa Andrade. O ponto de partida para o projeto foi o interesse da Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente (Seduma) daquele município em neutralizar suas emissões de gases que provocam o efeito estufa.
Foram feitos cálculos das emissões para a Seduma, e por seu intermédio outros serviços e estabelecimentos das cidades foram convidados a fazerem o mesmo.
O estudante usou um questionário e cálculos disponíveis na internet para estimar o número de árvores a serem plantadas. Com os cálculos feitos, os estabelecimentos de serviços e comércio de Paraty deram início ao plantio de árvores para a neutralização de carbono emitido. A partir do projeto, o estudante foi responsável pelo plantio de 2 mil árvores e pela neutralização de 350 toneladas de gases responsáveis pelo efeito estufa. O plantio foi oferecido dentro do Projeto Arborização da Rio-Santos, que atua na região desde 2002 e é responsável pelo plantio de 12 mil árvores ao longo dos últimos dez anos.
A ação tem a participação da comunidade e conta com doações de empresas que aderiram ao programa. Marcondes ainda ajudou a divulgar o projeto e prestou serviços de consultoria para empresas da região interessadas em conhecer o impacto das emissões de carbono e entender como funcionam as calculadoras de carbono neutro. Graças ao projeto Carbono Compensado, o Laboratório de Estudos e Pesquisas em Artes e Ciências de Paraty (Lepac) da Unicamp já tem a sua própria certificação e o seu próprio método de medição.
O Programa Jovens Embaixadores Ambientais é realizado pela Bayer em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Entre os vencedores, quatro foram selecionados para uma semana especial de palestras, visitas e workshops no Rio de Janeiro e em São Paulo. Outros quatro, incluindo o campineiro Thierry Marcondes, vão conhecer outros projetos de sustentabilidade no Exterior.
Na Alemanha, os brasileiros vão participar de uma semana de aprendizado com 60 jovens de 17 países do mundo. Eles vão conhecer as instalações da matriz da Bayer, em Leverkusen, e as mais avançadas técnicas de sustentabilidade desenvolvidas no País. Os estudantes ainda irão concorrer ao prêmio de Embaixador Ambiental Mundial da Bayer, que tem como prêmio mil euros para investimento no projeto socioambiental que o levou ao prestígio internacional. “O que foi determinante para a escolha destes jovens foi o nível de engajamento nas ações socioambientais”, afirma o coordenador de responsabilidade social da Bayer, Arturo Rodriguez.
Projeto Marcondes concluiu a disciplina, mas o Carbono Compensado continua vivo em Paraty, garantindo a preservação da Mata Atlântica. “O projeto continua ativo sim e hoje a Secretaria de Meio Ambiente de Paraty entrou em contato com a equipe do Carbono Compensado dizendo que já tem os cálculos para saber quantas árvores tem que plantar para compensar o seu próprio carbono”, afirma. Segundo ele, a expectativa é que o projeto seja ampliado para outros municípios.
Para o coordenador de Marcondes, Carlos Fernando Salgueirosa Andrade, o projeto está colhendo os resultados. “Ele já recebeu uma moção de aplausos da Câmara de Vereadores de Paraty e recebeu uma chancela do Ministério do Turismo para o programa Passaporte Verde, fornecido a cidades que estão ecologicamente mais adequadas. Mas o grande prêmio é o reconhecimento.” Atualmente, 4 mil mudas estão prontas para serem plantadas.
Marcondes deu início ao projeto em fevereiro de 2010, na cidade de Paraty, onde é oferecida a disciplina de Educação Ambiental do Instituto de Biologia da Unicamp, coordenada pelo professor Carlos Fernando Salgueirosa Andrade. O ponto de partida para o projeto foi o interesse da Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente (Seduma) daquele município em neutralizar suas emissões de gases que provocam o efeito estufa.
Foram feitos cálculos das emissões para a Seduma, e por seu intermédio outros serviços e estabelecimentos das cidades foram convidados a fazerem o mesmo.
O estudante usou um questionário e cálculos disponíveis na internet para estimar o número de árvores a serem plantadas. Com os cálculos feitos, os estabelecimentos de serviços e comércio de Paraty deram início ao plantio de árvores para a neutralização de carbono emitido. A partir do projeto, o estudante foi responsável pelo plantio de 2 mil árvores e pela neutralização de 350 toneladas de gases responsáveis pelo efeito estufa. O plantio foi oferecido dentro do Projeto Arborização da Rio-Santos, que atua na região desde 2002 e é responsável pelo plantio de 12 mil árvores ao longo dos últimos dez anos.
A ação tem a participação da comunidade e conta com doações de empresas que aderiram ao programa. Marcondes ainda ajudou a divulgar o projeto e prestou serviços de consultoria para empresas da região interessadas em conhecer o impacto das emissões de carbono e entender como funcionam as calculadoras de carbono neutro. Graças ao projeto Carbono Compensado, o Laboratório de Estudos e Pesquisas em Artes e Ciências de Paraty (Lepac) da Unicamp já tem a sua própria certificação e o seu próprio método de medição.
O Programa Jovens Embaixadores Ambientais é realizado pela Bayer em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Entre os vencedores, quatro foram selecionados para uma semana especial de palestras, visitas e workshops no Rio de Janeiro e em São Paulo. Outros quatro, incluindo o campineiro Thierry Marcondes, vão conhecer outros projetos de sustentabilidade no Exterior.
Na Alemanha, os brasileiros vão participar de uma semana de aprendizado com 60 jovens de 17 países do mundo. Eles vão conhecer as instalações da matriz da Bayer, em Leverkusen, e as mais avançadas técnicas de sustentabilidade desenvolvidas no País. Os estudantes ainda irão concorrer ao prêmio de Embaixador Ambiental Mundial da Bayer, que tem como prêmio mil euros para investimento no projeto socioambiental que o levou ao prestígio internacional. “O que foi determinante para a escolha destes jovens foi o nível de engajamento nas ações socioambientais”, afirma o coordenador de responsabilidade social da Bayer, Arturo Rodriguez.
Projeto Marcondes concluiu a disciplina, mas o Carbono Compensado continua vivo em Paraty, garantindo a preservação da Mata Atlântica. “O projeto continua ativo sim e hoje a Secretaria de Meio Ambiente de Paraty entrou em contato com a equipe do Carbono Compensado dizendo que já tem os cálculos para saber quantas árvores tem que plantar para compensar o seu próprio carbono”, afirma. Segundo ele, a expectativa é que o projeto seja ampliado para outros municípios.
Para o coordenador de Marcondes, Carlos Fernando Salgueirosa Andrade, o projeto está colhendo os resultados. “Ele já recebeu uma moção de aplausos da Câmara de Vereadores de Paraty e recebeu uma chancela do Ministério do Turismo para o programa Passaporte Verde, fornecido a cidades que estão ecologicamente mais adequadas. Mas o grande prêmio é o reconhecimento.” Atualmente, 4 mil mudas estão prontas para serem plantadas.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
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